O segmento de Scooter/Cub segue como o segundo maior do mercado brasileiro de motocicletas. Segundo os dados da Fenabrave, a categoria respondeu por 36,53% de todos os emplacamentos registrados entre janeiro e junho de 2026, ficando atrás apenas das motos City.
Dentro desse cenário, a Honda continua liderando com folga, ocupando quatro das seis primeiras posições do ranking. A Yamaha mantém uma presença importante com dois modelos bastante consolidados, enquanto outras fabricantes começam a aparecer entre os dez primeiros colocados.
Honda Biz continua absoluta
A liderança permanece nas mãos da Honda Biz, que somou 136.782 unidades emplacadas no semestre. O resultado coloca a Biz muito à frente dos demais modelos e reforça sua posição como uma das motocicletas mais vendidas do país, graças ao conjunto que combina economia, praticidade e baixo custo de utilização.
Pop 110i segue como fenômeno de vendas
Embora tecnicamente seja enquadrada pela Fenabrave na categoria Scooter/Cub, a Honda Pop 110i continua sendo um fenômeno comercial. Foram 121.556 unidades emplacadas entre janeiro e junho, consolidando a segunda colocação e mostrando a enorme força do modelo, principalmente em regiões onde simplicidade e economia são prioridades.
PCX lidera entre as scooters premium urbanas
Entre as scooters propriamente ditas, a Honda PCX 160 permanece como referência nacional. O modelo acumulou 27.267 emplacamentos no semestre, sendo a scooter automática mais vendida do Brasil e mantendo ampla vantagem sobre seus principais concorrentes. A PCX é uma das principais portas de entrada para quem procura conforto no trânsito urbano sem abrir mão de economia.
Elite 125 reforça domínio da Honda
Outro destaque da fabricante japonesa é a Honda Elite 125, que registrou 16.593 unidades. Com isso, a Honda coloca três scooters automáticas entre as seis primeiras posições do ranking, ampliando sua liderança no segmento.
ADV 160 mantém proposta única
A Honda ADV 160 continua ocupando um espaço praticamente exclusivo no mercado brasileiro. Com visual aventureiro, suspensão de maior curso e proposta diferenciada, o modelo fechou o semestre com 10.336 unidades emplacadas, permanecendo à frente da principal rival da Yamaha.
Yamaha NMAX segue forte
A principal representante da Yamaha continua sendo a NMAX 160, que alcançou 10.271 unidades no acumulado do ano. A diferença para a ADV 160 foi pequena: apenas 65 motocicletas, mostrando que a disputa entre as duas scooters permanece bastante equilibrada.
Aerox cresce entre as scooters esportivas
Logo atrás aparece a Yamaha Aerox 160, que registrou 8.601 unidades. Com proposta mais esportiva e visual agressivo, o modelo vem consolidando seu espaço entre consumidores que procuram uma scooter com desempenho mais elevado.
Outras marcas também aparecem
Embora Honda e Yamaha concentrem a maior parte das vendas, outras fabricantes também conseguem espaço na categoria. A Avelloz AZ1 acumulou 7.626 unidades, enquanto a Shineray SHI 50 encerrou o semestre com 6.190 emplacamentos. Esses números mostram que há uma demanda crescente também por scooters de entrada e modelos voltados ao uso urbano de baixo custo.
Ranking das scooters mais vendidas do Brasil (1º semestre de 2026)
- Honda Biz – 136.782 unidades
- Honda Pop 110i – 121.556
- Honda PCX 160 – 27.267
- Shineray SHI 125 – 20.049
- Honda Elite 125 – 16.593
- Honda ADV 160 – 10.336
- Yamaha NMAX 160 – 10.271
- Yamaha Aerox 160 – 8.601
- Avelloz AZ1 – 7.626
- Shineray SHI 50 – 6.190
Honda amplia vantagem no segmento
Os números do primeiro semestre mostram que a Honda continua praticamente soberana entre as scooters vendidas no Brasil. A fabricante ocupa quatro das seis primeiras posições, incluindo as líderes absolutas do mercado, enquanto a Yamaha mantém boa participação com a dupla NMAX 160 e Aerox 160.
Outro dado que chama atenção é o crescimento da categoria como um todo. Com 36,53% de participação nos emplacamentos nacionais, o segmento Scooter/Cub segue ampliando sua relevância e confirma que as motos automáticas e de uso urbano continuam conquistando cada vez mais consumidores brasileiros.

